Sintomas da pneumonia: quais são eles?

Você sabia que a pneumonia é uma doença que atinge mais de um milhão de pessoas no mundo? Além disso, é uma das doenças que causam mais mortes em crianças! Esses dados são de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), que mostram a importância de saber identificar os sintomas da pneumonia para tratar o quanto antes.

É uma infecção que atinge os pulmões, prejudicando a respiração do paciente, podendo desenvolver complicações e, sem tratamento, levar ao óbito. Entenda melhor o que é a pneumonia, suas principais causas, sintomas e o tratamento:

O que é pneumonia

Sintomas da pneumonia: quais são eles?

A pneumonia é uma doença comum nos dias mais frios, pois ela é uma infecção causada por fungos, bactéria ou vírus que se aproveitam do organismo fraco. Quando esse intruso chega até o espaço alveolar, local onde acontece as trocas gasosas, acaba causando sérios danos aos pulmões, comprometendo a respiração.

Tuberculose é uma doença semelhante, no entanto é mais lenta que a pneumonia. Já a broncopneumonia é um quadro menos agressivo e causado principalmente por bactérias.

Há alguns tipos de pneumonia, sendo:

  • Pneumonia atípica;
  • Pneumonia viral;
  • Pneumonia bacteriana;
  • Pneumonia nosocomical ou infecção hospitalar;
  • Pneumonia química;
  • Pneumonia causada por fungos.

Causas da pneumonia

A pneumonia pode surgir devido a uma gripe sem tratamento adequado ou até mudanças bruscas de temperatura. Ficar muito tempo com uma roupa molhada ou ainda no frio sem se agasalhar também pode acarretar nessa infecção. Da mesma forma que o uso contínuo do ar-condicionado (principalmente sem limpeza correta) é um fator de risco.

Isso acontece porque em todos esses momentos o corpo fica mais fragilizado, propenso a infecções. No entanto, há vários tipos de infecções e cada uma pode ter uma causa específica:

Pneumonia atípica

Geralmente não apresentam febre e os resultados dos exames também são diferentes. É causada por micro-organismos pouco comuns.

Pneumonia viral

É causada por vírus. Atinge principalmente pessoas com o organismo mais frágil, como bebês prematuros, pacientes de quimioterapia, portadores de HIV e pessoas com problemas pulmonares.

Pneumonia bacteriana

É considerada um dos casos mais graves, sendo transmitida por bactérias.

Pneumonia nosocomical ou infecção hospitalar

É comum em pacientes que já estão internados, por isso é conhecida como infecção hospitalar.

Pneumonia química

É causada por aspiração de determinadas substâncias, como fumaça, produtos químicos e agrotóxicos.

Pneumonia causada por fungos

Os fungos causadores dessa infecção são o Histoplasma capsulatum, Coccidioides immits e Blastomyces dermatidis. Os sintomas costumam passar despercebidos.

Sintomas

Sintomas da pneumonia: quais são eles?

O sintoma mais alarmante, que faz muita gente procurar o pronto socorro é a tosse acompanhada de fortes dores na região do tórax. Outros sintomas da pneumonia são: febre alta, sensação de mal-estar semelhante ou pior que uma gripe, falta de ar, fraqueza, mudanças na pressão arterial e secreção amarelada (que vem dos pulmões). Exames de sangue podem apontar presença de toxinas.

Se a pneumonia não for tratada pode levar a complicações e até mesmo a morte. Não é uma doença contagiosa e os seus sintomas podem desaparecer cerca de 7 a 10 dias com tratamento.

Tratamento e prevenção

Antes de iniciar o tratamento o médico irá solicitar alguns exames para ter certeza que trata-se de pneumonia. Os exames mais comuns são os de sangue, cultura do escarro, radiografias e auscultação pulmonar.

Assim como em outras infecções, o tratamento é a base de antibióticos e em geralmente pode ser feito em casa. Os médicos costumam internar pacientes com casos mais graves, como idosos, crianças e pacientes que já estejam em um quadro grave. Esses pacientes podem precisar receber o medicamento por via endovenosa, por isso é necessário a internação. Quem está com infecção hospitalar pode ser transferido para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Em casos com complicações, recomendam-se também a internação. Alguns pacientes podem desenvolver comprometimento da função renal ou até dificuldade extrema de respirar. Essas pioras podem ser provenientes de casos não tratados ou tratados tardiamente.

Prevenir é sempre a melhor opção, portanto esteja sempre com sua carteira de vacinação em dia. Lavar as mãos após ir para a rua ou em algum lugar público é uma maneira de evitar o contágio por bactérias e fungos. Evitar ambientes fechados sem a circulação de ar também.

A alimentação é importante, pois ajuda a manter o corpo forte e saudável, combatendo qualquer infecção que possa acontecer. Dormir o tempo suficiente é outro método de fortalecer o corpo.


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